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SABER COMO CONVÉM |
29/01/2021 |
“E se alguém cuida saber
alguma coisa, ainda não sabe como convém saber”
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Adaptação
da mensagem de Emmanuel recebida por Francisco
Cândido Xavier (Livro: Vinha de Luz -
Item 44 – Paulo ( I Coríntios. 8:2) Grupo
Espírita Cristão “Irmãos do Caminho” -
Rua Francisco Carrilho, 363 – Jardim Florestal –
CEP 13.215-670 – Jundiaí – SP As mensagens podem ser acessadas no blog: http://gecirmaosdocaminho.blogspot.com/
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A civilização sempre cuida saber excessivamente, mas, em tempo algum,
soube como convém saber.
É por isto que, ainda agora, o avião bombardeia, o rádio transmite a
mentira e a morte, e o combustível alimenta maquinaria de agressão.
Assim, também, na esfera (campo) individual, o homem apenas cogita (pensa)
saber, esquecendo que é indispensável saber como convém.
Em nossas atividades evangélicas, toda a atenção é necessária ao êxito
na tarefa que nos foi cometida (encarregada).
Aprendizes do Evangelho existem que pretendem guardar toda a revelação
do Céu, para impô-la aos vizinhos; que se presumem (acham) de posse da
humildade, para tiranizarem os outros; que se declaram pacientes, irritando a
quem os ouve; que se afirmam crentes, confundindo a fé alheia; que exibem
títulos de benemerência, olvidando comezinhas (esquecendo pequeninas)
obrigações domésticas.
Esses amigos, principalmente, são daqueles que cuidam saber sem saberem
de fato.
Os que conhecem espiritualmente as situações ajudam sem ofender,
melhoram sem ferir, esclarecem sem perturbar.
Sabem como convém saber e aprenderam a ser úteis. Usam o silêncio e a
palavra, localizam o bem e o mal, identificam a sombra e a luz e distribuem com
todos os dons do Cristo. Informam-se quanto à Fonte da Eterna Sabedoria e
ligam-se a elas como lâmpadas perfeitas ao centro da força.
Fracassos e triunfos, no plano das formas temporárias, que não lhes
modificam as energias. Esses sabem porque sabem e utilizam os próprios
conhecimentos como convém saber.
Mensagem
recebida na reunião do dia
22/01/2022 – CIÊNCIA E AMOR
Livro:
Caminho, Verdade e Vida - Item 152 – Paulo ( I Coríntios. 8:1)
“A ciência incha, mas o amor
edifica”
Meus amigos meus irmãos.
Que a paz de Jesus possa estar
em todos os corações. Vou contar a vocês uma pequena historinha do encontro da
Ciência com o coração. O Amor... ele vivia em uma casinha simples, uma choupana
mesmo, à beira de um caminho e lá morava um casal. O Tonho e a Maria sua
esposa.
Um dia, chegou nesse lugar,
dois cavalheiros dentro de um veículo bastante moderno. Era a Ciência chegando.
A Ciência chegou, mas estava
perdida. Tinha se perdido nos labirintos dos caminhos, e ela não queria se
humilhar e pedir informações para o Amor, que no caso era o Tonho.
Chegou e parou, e Tonho
levantou estendeu as mãos para cumprimentar os cavalheiros e eles resistiram em
cumprimentar. Tonho não se preocupou, Maria saindo do interior da casa disse
aos dois que o calor era muito, e perguntou se queriam água. Eles, sem
responder, apenas balançaram a cabeça dizendo que sim.
Maria entrou e voltou com duas
canecas de água. Ciência, se afastou, mas a sede era grande e o calor também, e
pegaram com dificuldade e tomaram a água. Se sentiram melhor, mas pedir a
informação ainda era difícil. Mas Tonho, perguntou se eles estavam perdidos, e
tomando coragem, os dois admitiram que sim. – Não tem problema, nós ajudamos!
Logo á frente, vão encontrar a estrada principal, façam assim, sigam por aqui, depois
por ali e depois por lá.
– Não vai dar certo, vão se
perder de novo... mas se os moços permitirem, nós levamos vocês lá.
Novamente a Ciência rejeitou
com um sinal, colocar desconhecidos dentro do carro?
Tonho então decidiu dizendo: –
Esperem, vou pegar meu pangaré!
E lá se foram... – vamos lá
moços, eu vou na frente, vocês só me seguem.
E assim aconteceu. Tonho, que
era o Amor, foi na frente guiando a Ciência e chegou até a estrada principal.
A Ciência achou que não ia
precisar mais de Tonho, mas foi só por um tempinho, porque depois pensando e
refletindo sobre o acontecimento chegaram a conclusão que precisavam sim e
muito, do Tonho. Porque sem o Tonho, eles não saíam daquele lugar.
Então meus amigos, é uma
historinha muito singela, mas com muito significado também. O planeta Terra
tinha essa divisão, essa resistência de unir a Ciência com o Amor.
Não que o Amor não dava as
mãos, sempre deu. Mas iludida pelos ganhos materiais, a Ciência se sentia um
pouco mais valorizada..., mas o momento é de união.
Nunca houve uma união tão
grande de cavalheiros e Tonho, nunca houve uma recepção de necessitados e
daqueles que dão ao que necessita, nunca houve uma união tão grande daquele que
tem conhecimento, com aquele que não tem nada.
Nunca houve uma utilidade tão
grande dos inventos científicos, a Ciência está em todos os lugares, está em
todas as mentes e o Amor em todos os corações, e os dois juntos necessitam da
boa vontade dos braços para trabalhar, e é só assim, com a mente, com os braços
carregando, que toda a dificuldade deste momento vai se amenizar.
Jesus, nosso irmão maior, conta
com todos, com os cavalheiros da Ciência e com os “Tonhos” de boa vontade, e
com os braços amigos e com todos.
Jesus está de braços abertos,
acolhendo a todos. Sempre esteve, e sempre estará.
Dia chegará, em que todos nós
vamos conhecer essa historinha e pensar - graças a DEUS que os dois se uniram
para o bem da humanidade!
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