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SALÁRIOS
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14/11/2015
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“E contentai-vos com o vosso soldo”
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Adaptação
da mensagem de Emmanuel recebida por Francisco
Cândido Xavier (Livro: Pão Nosso – Item 5 – João Batista - Lucas 3:14)
Grupo
Espírita Cristão "Irmãos do
Caminho" - Rua Francisco Carrilho, 363 – Jardim Florestal – CEP 13.215-670 –
Jundiaí – SP
As mensagens podem ser acessadas no blog: http://gecirmaosdocaminho.blogspot.com/
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A resposta de João Batista aos soldados, que a ele pediam
esclarecimentos, é modelo de exatidão de bom senso.
Muita gente se perde através de labirintos de difícil saída, em virtude
da compreensão deficiente a respeito dos problemas de pagamento na vida comum.
Existem operários que reclamam salários pagos a ministros, sem pensarem
das graves responsabilidades que, não raro, convertem os administradores do
mundo em vítimas de inquietação e da insônia, quando não seja em mártires de
representações e banquetes.
Há homens cultos que vendem a paz do lar em troca do aumento daquilo que
ganha.
Inúmeras pessoas seguem, da mocidade até a velhice do corpo, ansiosas e
descrentes, enfermas e aflitas, por não se conformarem com os ordenados mensais
que as circunstâncias do caminho humano trazem para elas, dentro dos planos
divinos que não conhecemos.
Não é por pagamento em demasia que a criatura se integrará nos quadros
divinos.
Se um homem permanece consciente quanto aos deveres que a ele competem,
quanto mais altamente pago, estará mais intranquilo.
Desde muito tempo, esclarece a filosofia popular que para o grande navio
surgirá a grande tormenta (tempestade).
Contentar-se cada servidor com o próprio salário é prova de elevada
compreensão, ante a justiça do Todo-Poderoso.
Antes, pois, de analisar o pagamento da Terra, habitue-se a valorizar o
que o Céu lhe concede.
Soldo: pagamento de
militar.
Mensagem
recebida pela psicografia na reunião do dia 07/11/2015 – EXECUTAR BEM
Na saudade podemos viver,
Dos queridos que já foram,
Mas nunca devemos
esquecer,
A vibração dos que amam.
Na partida todos temos,
Um momento a refletir,
De tudo que fizemos,
O que vamos sentir.
Este é um aviso amigo,
Para a vida que levamos,
Para não ficar perdidos,
Na hora que mudamos.
Vida material um tempo,
Vida espiritual a
eternidade,
Então porque vivemos,
Sem amor e caridade.
Mensagem
recebida pela psicografia na reunião do dia 07/11/2015 – EXECUTAR BEM
Pai de misericórdia, abençoe este nosso lar.
Em oração deve estar nosso coração quando executamos uma tarefa.
Em oração devemos permanecer quando nos é solicitado ajuda, e em cada
dia que nos encontramos em luta com nosso íntimo e nossa personalidade. Nestes
dias, nossa alma se incendeia e é necessário cuidarmos de nosso espirito e de
nossa paz interior. Não pense que atropelando a tudo e a todos, terá o sucesso
para você. Sucesso para seu espírito, é quando você executa a tarefa e dela
tira aprendizados para a sua alma e coração.
Somos todos espíritos eternos em luta conosco mesmo, e em busca da
grande mudança, a melhora íntima. Não podemos obter sucesso sem estarmos em
paz. Observe o que faz todos os dias de sua vida, de como faz e como fica após
a tarefa. A exaustão do corpo físico é justa, mas a espiritual não.
A companheira de sua alma após o trabalho, deve ser a paz e a alegria
do dever cumprido.
Sempre observe o que faz e como faz. A oração, a prece, está na
intenção. Muita paz a todos!
Mensagem
recebida pela psicografia na reunião do dia 07/11/2015 – EXECUTAR BEM
Recadinho com
Jesus – Mudança de roupagem.
A problemática da morte
O meu sono sempre tirou.
Até que um dia, um amigo do Além,
Me esclareceu com muito amor...
Ela só é mudança de Roupagem,
Pois a vida é sempre eterna.
É parte do plano de amor,
Do Eterno que nos governa...
Outra verdade que me deixou
A alma exultante e contente:
Deus não é Deus dos mortos;
É Pai de criaturas
Que vivem por todo o sempre!...
Mensagem
recebida pela psicografia na reunião do dia 07/11/2015 – EXECUTAR BEM
Quando vi aquela moça se aproximar do portão, meu coração disparou.
Izilda vinha, com seu filho pequeno, pedir alguma coisa.
E o que eu tinha para lhe dar?
No passado, quando recém casada, ela trabalhava na limpeza de nossa
casa. Os tempos eram outros. A condição financeira era outra.
Eu e meu marido tínhamos muitos sonhos e não podíamos perder tempo com
as tarefas como a limpeza da casa.
Estudos e trabalhos nos ocupavam a mente.
A contratamos para estas tarefas braçais.
Mas agora, depois que a doença de meu marido o deixou na cama por mais
de dois anos, eu é que trabalhava na faxina de outras casas para sustentar a
casa.
Como atendê-la?
Mas ela, ao me ver, sorriu e veio em minha direção para me abraçar,
dizendo:
— Dona Terezinha. Como é bom vê-la. Viemos com a intenção de
encontrá-la em casa.
Nenhum pedido? Resolvi deixá-la entrar para ouvi-la. E lá fomos os
três para dentro.
Aí ela me contou sua vida. O quanto me agradecia aquele período em que
pode trabalhar em minha casa.
Aquele período, dizia ela, foi um dos mais difíceis de sua vida. Logo
após a morte dos pais, não sabia como iria fazer.
Mas com minha ajuda tinha se equilibrado e logo depois que a
dispensamos ela se casou e estava bem até hoje.
Tinha encontrado arrimo no marido que era espírita e vinha nos
convidar a conhecer sua religião.
Eu, que não esperava tal oferta. Na verdade pensei que ela vinha pedir
alguma coisa, levei-a ao quarto onde meu marido repousava, ainda fragilizado
pela doença e falamos a ele do convite.
E ele, emocionado, nos contou que momentos antes, havia adormecido e
sonhado com seus pais.
Sua mãe lhe apareceu como em sua juventude e havia lhe dito:
—Meu filho. Hoje chegará uma emissária dos Planos Divinos a lhe trazer
um convite para a renovação da existência. Muito gostaria de lhe falar, mas no
tempo você irá compreender melhor.
Nós três nos emocionamos.
Aquele dia, naquele encontro que eu não queria que acontecesse
renovou-se a minha existência.
O amor que meu marido dedicou ao filho de Izilda, dedicando-se a ele
como se dedicasse aos filhos que não tivemos, fez com que ele se refortalecesse
aos poucos, retornando ao trabalho do sustento do lar.
E aos poucos, eu também, que nada conhecia da vida religiosa, fui
valorizando as amizades que encontrava neste caminho. Amizades que me ensinavam
a viver com respeito e amor para com todos. Pois que Jesus nos ama a todos
indistintamente.
E hoje, meus amigos, venho lhes trazer minha pequena história apenas
para lhes pedir que valorizem os minutos em que o Evangelho de Jesus se faz
presente em seus corações, porque foi nesta doutrina que vim a aprender a
valorizar estes momentos.
Terezinha.
Amigos do meu coração.
Vocês se lembram que lhes contei da minha existência de Jussara
Fidalga, não?
Quanto trabalho dei à espiritualidade que guia os meus passos da
existência para compreender os desvarios do caminho e buscar repará-los.
Meu coração e os dos corações sinceros que nos ajudam se felicitam com
estre reencontro entre Izilda e Terezinha. Que nos parece simples, mas que
representa o mesmo que Jesus nos falou no retorno do filho pródigo à Casa do
Pai.
São elas companheiras de minha existência como fidalga, que, graças a
deus, puderam reencontrar o caminho do bem.
As tarefas simples de estudos e prática dos ensinos de Jesus que se
espalham por muitas pequenas casas espíritas como esta que frequentamos é que
possibilitam estes reencontros e estas rearmonizações com o bem.
Prossigamos, meus amigos, nas pequeninas tarefas que nos chegam às
mãos, pois elas fazem parte de um trabalho maior que tem à frente Nosso Senhor
Jesus Cristo.
Jussara.
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